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quarta-feira, 1 de março de 2017

20 ferramentas do Google para usar na educação




Por mais que os alunos usem a internet para o entretenimento, existem ferramentas que podem ser ótimas opções na hora da estudar e ensinar. Um exemplo disto são as ferramentas do Google, ele possui diversas opções úteis tanto para estudantes, quanto para professores e profissionais da educação.
Famoso principalmente como um site de busca, o Google disponibiliza diversos ferramentas educacionais que possibilitam aos estudantes uma alternativa para estudos e para a realização de projetos escolares. Segue abaixo algumas dicas de como aproveitar os recursos que o Google disponibiliza para a educação:
1 – Google Acadêmico
Você pode usar o Google Acadêmico para pesquisas e estudos mais aprofundados em diversas áreas como biologia, literatura, comunicação, psicologia, etc. Use essa fonte como consulta para trabalhos e outras tarefas.
2 – Google Hangouts
Uma ótima alternativa para trabalhos em grupo é o Google Hangouts. É uma ferramenta simples que não exige conhecimentos técnicos para utilizá-la. Permite chats, vídeo conferências e a gravação dessas transmissões.
3 – Google Sky
Uma verdadeira aula de meteorologia e astronomia por ser feita a partir da ferramenta Google Sky, do Google Earth.
4 – iGoogle
O iGoogle permite que você e seus alunos mantenham todas as informações mais importantes ao alcance de um clique. Caixa de entrada dos e-mails, temperatura, notícias, agenda, entre outras ferramentas ficam disponíveis em uma única página pessoal.
5 – Google Calendar
O Google Calendar é um serviço de agenda que permite que você marque seus compromissos e que envia notificações nas datas marcadas. Para os estudantes, é um bom jeito para organizar projetos e não se esquecer dos prazos.
6 – Google Notícias
O Google Notícias possibilita que você encontre diferentes fontes de notícias de vários lugares diferentes do planeta em uma única página.
7 – Busca personalizada
Com a ferramenta de busca personalizada você pode criar um motor de buscar especialmente feito para suas necessidades.
8 – Google Drive
Google Drive é uma ferramenta de armazenamento de arquivos. Com acesso online e offline, os alunos podem usá-lo como um meio de entregar e apresentar trabalhos, receber avaliações dos professores e também para se comunicarem.
9 – Google Earth
As possibilidades nessa aplicação são inúmeras. Com o Google Earth você pode estudar os oceanos e outros locais em 3D, por exemplo.
10 – Grupo de estudos
Em um grupo de estudos do Google você pode colaborar e interagir com seus colegas de classe.
11 – Google Code University
Com o Google Code University você pode aprender mais sobre ciências da computação por meio de conteúdos em licença Creative Commons.
12 – Google Drive
Espaços de trabalho compartilhados para turmas, faculdades e clubes. Os alunos podem construir sites de projetos sem escrever uma única linha de código.
13 – YouTube
A importância do YouTube como ferramenta de estudos é incontestável. Além de diversos vídeos educativos (vídeo aulas, documentários), os alunos também podem produzir conteúdo e compartilhar pelo site possibilitando, assim, um novo jeito de realizar trabalhos escolares.
14 – G-mail
Com um bom espaço de armazenamento, o G-mail é ideal para os estudantes, já que eles podem enviar a quantidade de e-mails que for necessária e assim, realizar os projetos escolares com mais facilidade.
15 – Página oficial do Google para educadores
O Google tem uma página voltada especificamente para professores, educadores e afins. Nessa página é possível encontrar links, dicas e uma série de outros recursos úteis para que os professores possam inserir a tecnologia nas suas aulas.
16 – Google Accessibitily
Na página do Google Accessibitily é possível encontrar dicas, links e materiais de apoio que ensinam os educadores – e seus alunos – a utilizarem as ferramentas do Google da maneira mais eficiente.
17 – Lista de ferramentas do Google
Para facilitar a busca e o uso das suas ferramentas, o Google reúne as principais em uma mesma página, na qual você pode encontrar rapidamente os recursos mais úteis para você e seus estudantes.
18 – Google Apps
O Google oferece, também, uma espécie de “Centro de Treinamento” para a utilização de seus aplicativos. Na página você pode aprender como usar as ferramentas do site voltadas para a educação de forma proveitosa e simples, no contexto educacional.
19 – Google A-Z
O Google A-Z é um Google Doc que vai crescendo conforme as pessoas adicionam ferramentas a ele. Cobre praticamente todos os recursos oferecidos pelo Google.
20 – iGoogle
No iGoogle você pode criar a sua própria homepage com os assuntos mais interessantes para os seus propósitos. Além disso é possível personalizar a página toda, organizando os seus e-mails, eventos e documentos em um mesmo local.
E você, conhece mais alguma ferramenta do Google para educação? Comente!


Forte abraço,
                                                     Sergio Torres

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USP lança site com 800 videoaulas grátis




USP lança site com 800 videoaulas grátis, com a intenção de disponibilizar para o Brasil parte de seu acervo didático, a Universidade São Paulo (USP) criou o Portal e-Aulas USP. São cerca de 800 videoaulas divididas em três categorias específicas: Exatas, Humanas e Biológicas.
A motivação para o desenvolvimento e implementação do e-Aulas USP foi devido ao grande benefício que se observa com o consumo de objetos de aprendizagem em formato de vídeo disponíveis na Web, que tem demonstrado ser um grande aliado do aluno, que pode acessar este conteúdo de onde estiver.
Internautas podem acessar a vontade e assistir a aulas isoladas ou a matérias inteiras. Tudo de graça e sem inscrições. O único porém é que o site não emite certificados oficiais aos usuários.
O interessado também pode navegar pelas categorias e escolher, dentro delas, a aula de qual curso gostaria de assistir. A plataforma também sugere vídeos com conteúdo relacionado e é compatível com as redes sociais Facebook, Twitter e Google Plus. Algumas aulas estão disponíveis para download.
O endereço virtual foi elaborado pela Superintendência de Tecnologia da Informação (STI) da instituição. Além do material divulgado, o portal também compilou vídeos relacionados e possibilitou o compartilhamento de todo o seu conteúdo via redes sociais.

Forte abraço,
                                                     Sergio Torres

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A maioria das pessoas prefere não receber "spoilers" da própria vida Pesquisa mostra que saber o futuro pode trazer mais angústia do que alívio, mesmo quando se trata de uma boa notícia




Uma nova pesquisa publicada no periódico Psychological Review mostrou que as pessoas preferem permanecer ignorantes quanto a eventos futuros.
O estudo fez perguntas a um grupo de aproximadamente duas mil pessoas, da Espanha e da Alemanha. Nos resultados gerais, de 85 a 90% preferia não ter nenhum conhecimento em relação a eventos negativos, como por exemplo, a morte de um parente próximo. Surpreendentemente, 40 a 70% dos entrevistados também não gostariam de saber sobre acontecimentos positivos, mesmo se tratando do presente que receberiam no Natal.
Segundo os cientistas, isso acontece porque a maioria sente que se arrependeria de saber a resposta, preferindo evitar qualquer tipo de apreensão ou sensação ruim. Outro fator curioso é que justamente os que escolheram não saber sobre o futuro tendem a evitar quaisquer riscos, e são os que mais adquirirem seguros de vida. Isso comprova a teoria de que as pessoas preferem fazer escolhas que previnam algum arrependimento futuro a realmente saber qualquer coisa por antecipação.
Curiosamente, a única informação que a maioria das pessoas se permitia ter acesso era conhecer o sexo de um bebê que está para nascer. Em torno de 37% das pessoas apenas escolheram ficar no escuro quando colocadas nesse tipo de situação.
"Na mitologia grega, Cassandra, filha do rei de Tróia, possui o poder de prever o futuro. Mas ela também havia sido amaldiçoada e ninguém acreditava em suas profecias. No nosso estudo, percebemos que as pessoas prefeririam não possuir os poderes que fizeram Cassandra famosa, na tentativa de não passarem pelo sofrimento que esse dom pode trazer, evitarem o arrependimento e aproveitarem o prazer que a surpresa de receber notícias boas podem oferecer", conclui um dos autores do estudo, Gerd Gigerenzer, do Instituto Max Planck para Desenvolvimento Humano.


Forte abraço,
                                                     Sergio Torres

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Como as empresas te espiam pela internet para te mandar anúncios – e o que fazer para evitar isso





OlhoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionSegundo especialistas, pesquisas revelam que '70% dos usuários da rede estão dispostos a receber publicidade e informação pensadas especificamente para eles'

Há poucos dias, comprei um bilhete de avião pela internet. Pouco depois, quando entrei na minha conta no Facebook, fiquei surpresa ao notar que a rede social me mostrava anúncios sobre o lugar para onde viajaria.
E não foi só isso. O YouTube também me sugeriu vários vídeos sobre meu destino de férias.
Quando reservei hospedagem através de uma página na web, recebi um anúncio na minha conta do Gmail com promoções exclusivas para esta mesma viagem.
Vivemos em um mundo da publicidade à la carte e das campanhas onlinede pagamentos por cliques. E empresas sabem como tirar proveito disso.
"Os consumidores respondem positivamente aos anúncios personalizados", afirma o blog especializado Puro Marketing.
Especialistas ainda citam uma pesquisa da consultoria Sociomatic Lab mostrando que "70% dos usuários da rede estão dispostos a receber publicidade e informação pensadas especificamente para eles".
"É importante conhecer o cliente e saber qual é seu comportamento de compra online", explicam.

Como fazer isto?

"Muitas organizações usam campanhas de marketing dirigido em sites como Google AdWords", afirma à BBC Mundo Stephanie Perry, da companhia de segurança informática PGI Cyber, com base no Reino Unido.
"Este tipo de plataforma compara perfis de comportamento (dos internautas) que as empresas podem usar para dirigir sua publicidade a uma audiência numa área geográfica", explica.
"Estes dados são coletados de muitas maneiras, entre elas, pelos dados de buscas (na internet) e do clickstream (das páginas visitadas), recolhidos por cookies que a pessoa precisa aceitar".

clicDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionPlataformas como GoogleAdWords comparam perfis de comportamento (dos internautas) que as empresas podem usar para dirigir sua publicidade a uma audiência numa área geográfica

Outros exemplos, acrescenta, são as lojas online e outros sites que armazenam um registro do que você compra na internet.
"A Amazon usa o mecanismo para mostrar outros produtos que podem te interessar, e sites como o YouTube te mostram vídeos com base nas suas preferências".
Além disso, redes sociais como o Facebook "têm todas as informações que você inclui no seu perfil", diz Perry. "Desde as coisas que você gosta até os grupos dos quais é membro, sua localização geográfica e os anúncios ou páginas web que clicou".

O poder do saber

Para alguns usuários, isto não é um problema.
"Quero que me rastreiem e mostrem a publicidade que me interessa nas páginas que visito", diz Carlos Roberto, do blog tecnológico Genbeta.
Roberto diz que a publicidade personalizada melhora sua experiência de navegação e que o faz descobrir páginas e serviços interessantes.
Apesar disto, reconhece o jornalista, muita gente "não está consciente de que isto ocorra".

Mulher comprando onlineDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionCada vez que alguém compra algo na internet, está fornecendo dados a empresas e plataformas digitais

Perry concorda: "Os usuários devem saber quais dados estão disponibilizando quando se registram numa rede social e em lojas online; verificar os pedidos de configurações de privacidade; e modificá-los para garantir que recebam os dados que querem".
Ela lembra que, para estarem protegidos, é fundamental que se use "senhas fortes".
A especialista recomenda apenas conexões na internet com pessoas em quem você confia e que esteja ciente das informações que compartilha com elas.
Também aconselha "ter cuidado com os links que você clica", pois quanto mais o fizer, mais informação terão as marcas sobre nossos hábitos de compra.
Apesar disto, se queremos estar ativos na internet, diz Perry, temos que aceitar que uma das condições é que nossos dados serão usados para publicidade.
Provavelmente, a próxima vez que eu comprar um bilhete de avião, será pela internet.
Ainda que, pelo menos desta vez, estarei consciente de quais dados estou compartilhando. E, quando entrar na minha página do Facebook ou YouTube, não ficarei supresa ao ver ofertas de voos, promoções turísticas e pacotes de férias.
Talvez até reserve um deles. Afinal, a publicidade à la carte também tem seu lado positivo.
"A chave é estabelecer o equilíbrio entre participar da web e manter nossa privacidade e segurança de dados", disse Perry.
Este último talvez seja mais complicado do que reservar um voo pela internet.
Alguns conselho úteis:
Se quiser ter um pouco mais de privacidade quando navegar pela rede, pode seguir os seguintes passos:
  1. Limpar seu histórico e ativar a navegação privada. Seu histórico de navegação guarda todas as páginas que visitou, mas você pode apagá-lo nas opções de configuração do seu navegador. Você também pode ativar a navegação privada para usar a internet incógnito.
  2. Apagar os cookies e não aceitar cookies de terceiros. Outra medida eficiente está na opção "apagar dados de navegação" para apagar cookies, que são arquivos que reúnem informações sobre você.
  3. Desativar a localização. Para evitar que as páginas web saibam onde está, você pode desativar a geolocalização dentro das opções avançadas de seu navegador.
  4. Controlar quem te segue ou bloqueá-lo. Existem ferramentas como Ghostery, Disconnect ou Do Not Track Me para evitar que te sigam na internet.

borrar historialDireito de imagemTHINKSTOCK
Image captionHá coisas que podem ser feitas para manter o anonimato.


Forte abraço,
                                                     Sergio Torres

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