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segunda-feira, 4 de junho de 2018

04 DE JUNHO DIA DO ENGENHEIRO AGRIMENSOR.



 A Engenharia de Agrimensura é o estudo responsável por medir e determinar tamanhos de espaços territoriais, por meio de equipamentos e cálculos. Esses espaços não se restringem mais apenas às regiões agrícolas, a sua presença se tornou de extrema importância em diversos setores, desde o planejamento até a conclusão de diversas obras urbanas.

Curso

O curso de Engenharia de Agrimensura tem como objetivo formar profissionais capacitados a atuar nos mais diversos segmentos. O aluno desse curso deve estar preparado para as matérias de cálculo, inerentes ao curso de engenharia, e também a necessidade de ter aulas em campo e em laboratórios. É importante, também, estar ciente de que ao longo do curso terão que aprender um pouco de programação de computadores e a utilizar diversos softwares que auxiliam o trabalho desse profissional.
Esse curso possui, no início, ênfase em matérias da grade básica de engenharia, como: Matemática, Física, Geometria e Desenho Técnico. Juntamente a essas matérias, também são ministradas algumas matérias mais específicas da profissão, que com o tempo vão tomando conta da grade curricular, proporcionando ao aluno um forte embasamento teórico e grande capacidade técnica, devido a maioria das aulas serem práticas e em campo.
O curso tem duração média de 5 anos e ao egresso é dado o título de Bacharel. Esse curso pode ser oferecido com outros nomes em algumas instituições de ensino, mas de acordo com a Lei, formam os mesmos profissionais e tem o mesmo reconhecimento, são eles: Engenharia de Agrimensura e Cartográfica, Engenharia Cartográfica e de Agrimensura e Engenharia Cartográfica.

Grade do curso

As matérias que geralmente são encontradas na maioria das instituições de ensino que oferecem esse curso são:
  • Cálculo;
  • Física;
  • Desenho Técnico;
  • Programação de Computadores;
  • Probabilidade e Estatística;
  • Agrimensura;
  • Topografia;
  • Geodésia;
  • Georreferenciamento;
  • Geoprocessamento;
  • Desenho Topográfico;
  • Sensoriamento Remoto.

Melhores Faculdades

Algumas instituições de ensino que oferecem esse curso, são reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC) e possuem bons índices e notas no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), são:
  • Universidade Federal de Viçosa (UFV) – Viçosa – MG;
  • Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) – Seropédica – RJ;
  • Universidade Federal do Piauí (UFPI) – Teresina – PI;
  • Universidade Federal da Bahia (UFBA) – Salvador – BA;
  • Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IF Sul de Minas) – Inconfidentes – MG;
  • Faculdade de Engenharia e Agrimensura de Pirassununga (FEAP) – Pirassununga – SP;
  • Faculdade de Engenharia de Minas Gerais (FEAMIG) – Belo Horizonte – MG;
  • Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) – Criciúma – SC.

A profissão

O Engenheiro Agrimensor, como é chamado, é o responsável por desenvolver plantas de obras de infraestrutura, obras de saneamento e também de estradas e ruas. Ele é, também, designado a fazer remarcações de terras na área rural e em loteamentos, para que tudo esteja de acordo com a Lei Federal.
No dia a dia desse profissional, são utilizados diversos equipamentos que auxiliam o trabalho e em diversos casos o Engenheiro deve estar preparado para enfrentar ambientes de difícil acesso e locomoção. Atualmente com a crescente tecnologia, é comum a utilização de informações vindas de satélite, como o GPS, para auxiliar no seu trabalho.

Mercado de Trabalho

O mercado de trabalho é bastante amplo, ele pode desenvolver suas atividades em Industrias, na Construção Civile no Serviço Público. Esse profissional é capaz de coletar dados e os processar de maneira a obter informações que possam ser relevantes ao seu trabalho, como em levantamentos topométricos, hidrológicos ou hidrográficos.
O Salário médio inicial desse profissional é de R$ 3.500,00.



Forte abraço,
                                                     Sergio Torres

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quarta-feira, 23 de maio de 2018

MATEMÁTICA BÁSICA 03 CAPÍTULO 06 PRODUTOS NOTÁVEIS E FATORAÇÃO AULA 01

Vamos interpretar geometricamente o quadrado da soma:

                                                                        (a+b)²=?

A área desse quadrado fica:





Agora vamos interpretar geometricamente o quadrado da diferença:

                                           (a - b)² = ?









Forte abraço,
                                                     Sergio Torres

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domingo, 13 de maio de 2018

MATEMÁTICA CÁLCULO 1 - TESTE DE REVISÃO DE ÁLGEBRA - AULA 02

Antes de iniciarmos o curso de Cálculo vamos fazer revisões de álgebra, geometria analítica, funções e trigonometria.

(lembrando que esse curso está se construindo à medida que estamos postando as matérias, portanto a base necessária talvez ainda não está postada no youtube e/ou blog)

Teste de revisão de álgebra (livro base James Stewart 6ª edição)

Simplifique cada expressão. Escreva suas respostas sem expoentes negativos.



Solução da questão 2 da revisão de álgebra para Cálculo I





Forte abraço,
                                                     Sergio Torres

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MATEMÁTICA CÁLCULO 1 – TESTE DE REVISÃO DE ÁLGEBRA - AULA 01

Antes de iniciarmos o curso de Cálculo vamos fazer revisões de álgebra, geometria analítica, funções e trigonometria.

(lembrando que esse curso está se construindo à medida que estamos postando as matérias, portanto a base necessária talvez ainda não está postada no youtube e/ou blog)

Teste de revisão de álgebra (livro base James Stewart 6ª edição)

Solução da questão 1 da revisão de álgebra para Cálculo I





Forte abraço,
                                                     Sergio Torres

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terça-feira, 3 de abril de 2018

A física moderna e o rastro das partículas elementares

Partículas elementares não são visíveis diretamente, até porque, por serem extremamente pequenas, interagem com as radiações ou fótons que podem detectá-las (vamos tratar desses assuntos nos capítulos finais, sobre física moderna). Por isso elas são detectadas indiretamente — o primeiro instrumento capaz de fazer isso foram as câmaras de bolhas, inventadas no final da década de 1920 e utilizadas até a década de 1980. 

Veja as fotos abaixo:

O princípio de funcionamento da câmara didática (a), utilizada para demonstrações em sala de aula, e da câmara de grandes laboratórios (b) é o mesmo: em um recipiente fechado, com uma janela transparente no topo, cria-se uma atmosfera supersaturada de vapor de álcool, por exemplo. 

Depois, faz-se atravessar por essa nuvem as partículas que se pretende estudar, em determinadas condições — interagindo com determinados campos eletromagnéticos ou provocando colisões e observando o que delas resulta.
Os resultados obtidos a partir dessas interações aparecem na forma de rastros, que são fotografados e estudados posteriormente como aqueles que aparecem na figura c. 

Esses rastros nos permitem estudar o comportamento das partículas do mundo subatômico. A partir desse estudo, os físicos concluíram que a realidade do mundo subatômico é bem diferente da que estamos acostumados a observar, sobretudo quando ocorrem colisões. 

Nele, além de serem comuns as colisões elásticas, que não existem na nossa experiência cotidiana, as colisões inelásticas não apresentam apenas perda de energia cinética — há colisões inelásticas em que a energia cinética aumenta! Isso ocorre quando a colisão provoca a conversão da massa de repouso de uma ou mais partículas em energia cinética. 

Por essa razão, em muitas colisões, partículas incidentes desaparecem e novas partículas aparecem, como se viessem do nada.

Alberto Gaspar

VEJA O VÍDEO EM  https://youtu.be/hoiqzTMizZk

Forte abraço,
                                                     Sergio Torres

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quarta-feira, 14 de março de 2018

Stephen Hawking morre aos 76 anos; conheça seu legado

Contribuições do físico e cosmólogo britânico marcaram a ciência do século 20

Ocientista britânico Stephen Hawking morreu nesta quarta-feira (14) aos 76 anos em sua residência, na cidade inglesa de Cambridge. Sua família enviou uma declaração oficial à imprensa confirmando a morte do físico e cosmólogo. Lucy, Robert e Tim, seus filhos, afirmaram que Hawking era "um grande cientista e um homem extraordinário cujo trabalho e legado viverão por muitos anos".
Considerada uma das mentes mais brilhantes da história da ciência, ele fez grandes contribuições à comunidade científica, com teorias como a do espaço-tempo e do funcionamento dos buracos negros, a partir das quais conseguiu aproximar o público de temas que poderiam parecer complexos para muitos.
Há décadas convivia com esclerose lateral amiotrófica, doença responsável por paralisar os músculos do corpo, mas que não comprometeu suas funções cerebrais.
Nascido em 1942, no aniversário de 300 anos da morte de Galileu, Hawking realizou seu trabalho acadêmico nas universidades britânicas de Oxford e Cambridge. Autor de best-sellers como Uma Breve História do Tempo e O Universo numa Casca de Noz, o cientista foi responsável por popularizar a física teórica para um público leigo.
Separamos oito reflexões a partir das quais é possível ter uma visão mais profunda da linha de pensamento — e das contribuições científicas do cosmólogo:
“Deus pode existir, mas a ciência consegue explicar o universo sem a necessidade de um criador.” 
Em múltiplas ocasiões, Hawking afirmou ser ateu. Neste caso, Deus seria uma espécie de limitação, ou seja, as pessoas só saberiam aquilo que Ele sabe. A diferença entre a religião e a ciência, de acordo com Hawking, é que a primeira é baseada em uma autoridade, enquanto a segunda funciona a partir da observação e da razão. “Eu acredito que o universo é regido pelas leis da ciência”, explicava. “A ciência triunfará porque ela funciona.”

“Acredito que a vida se desenvolve de forma espontânea na Terra, então deve ser possível para ela se desenvolver em outros planetas.” 
Hawking acreditava que formas inteligentes, não apenas microbianas, de vida existem em outros lugares do universo. Tanto que lançou um programa de 100 milhões de dólares cujo objetivo era buscar uma civilização extraterrestre.
A segunda parte da missão consistiria em compilar uma mensagem para ser enviada para essas formas de vida. “Não há questão maior. Está na hora de nos comprometermos a achar a resposta, a procurar vida fora da Terra. Estamos vivos. Somos inteligentes. Precisamos saber”, disse o físico.
stephen hawking (Foto: Flickr/Charis Tsevis)
“O desenvolvimento da inteligência artificial pode ser o fim da raça humana.”
Por sofrer de esclerose lateral amiotrófica, que compromete o funcionamento do sistema nervoso, o cosmólogo contava com a tecnologia para se comunicar. Especialistas da Intel e da Swiftkey criaram um sistema que, por meio do teclado de um aplicativo no smartphone, aprendia como Hawking pensava e sugeria palavras que ele queria usar em seguida. O desenvolvimento dessa tecnologia envolveu inteligência artificial, o que impressionava e assustava o cientista ao mesmo tempo.

Para ele, era necessário ter cautela para não criar uma espécie de Skynet que ultrapassaria a inteligência humana e substituiria as pessoas. Essa preocupação se estendia principalmente ao desenvolvimento de armas autônomas. Em carta aberta, Hawking e centenas de outros cientistas se posicionaram em relação às consequência desse tipo de tecnologia.
“A tecnologia relacionada a inteligência artificial chegou a um ponto no qual a disposição desses sistemas é possível em questão de anos, não décadas, e as expectativas são altas: as armas autônomas foram descritas como a terceira revolução para as guerras, após a pólvora e as armas nucleares”, diz o documento.
“A pergunta chave para a humanidade hoje é se devemos dar início a uma corrida de armas feitas com inteligência artificial ou se devemos prevenir que ela sequer comece. É só uma questão de tempo até que elas apareçam no mercado negro ou nas mãos de terroristas e ditadores que querem controlar suas populações, ou déspotas que desejam fazer ‘uma limpeza’ étnica em seus territórios.”
“A ideia de viagem no tempo não é tão louca quanto parece.” 
Em artigo escrito para o Daily Mail em 2010, Hawking revelou que, por muito tempo, evitou falar sobre viagem no tempo por receio de ser rotulado de louco. Mas com o passar dos anos, deixou essa abordagem de lado.
“Eu sou obcecado com o tempo. Se eu tivesse uma máquina do tempo, eu visitaria Marilyn Monroe em seus dias de glória ou iria atrás de Galileu enquanto ele construia seu telescópio. Talvez eu até viajasse para o fim do universo para descobrir como a nossa histórica cósmica termina”, escreveu.

O físico seguia a ideia proposta por Einstein de que o tempo era uma das quatro dimensões que conseguimos perceber no Universo — como a largura, a profundidade e o comprimento. “Tudo tem um comprimento no tempo, bem como no espaço”, explicou. Logo, viajar no tempo seria viajar pela quarta dimensão, uma espécie de portal com o nome de “buraco de minhoca”.
“Os buracos de minhoca estão por toda parte do nosso redor, mas eles são muito pequenos para que consigamos vê-los. Eles ocorrem em fendas e cantos do espaço e do tempo. Alguns cientistas acreditam que talvez seja possível aumentá-los o suficiente para que humanos ou naves espaciais possam utilizá-los.”
Eddie Redmayne interpreta Stephen Hawking em 'A Teoria de Tudo' (Foto: Divulgação)
"As coisas podem escapar de um buraco negro, tanto para o lado de fora, como também possivelmente em um outro universo." 
Em 1974, Hawking argumentou que os buracos negros, supostamente campos gravitacionais impossíveis de se escapar, emitem um tipo de radiação térmica por conta de efeitos quânticos. Chamada de radiação Hawking, quando emitida em grande quantidade, teoricamente, pode fazer com que o buraco negro desapareça e que, com isso, a informação sobre o estado físico de um objeto que cai no buraco negro seja destruída.
Isso aconteceria de acordo com a relatividade geral. Já sob o ponto de vista da mecânica quântica, essa mesma informação não poderia se perder. Esse paradoxo tem perdurado pelos últimos 40 anos.
Em 2004, o cientista mudou de ideia, afirmando que a informação poderia sobreviver. No fim de agosto de 2015, ao falar da radiação Hawking, o cosmólogo sugeriu uma nova abordagem que pode mudar para sempre a forma como buracos negros são vistos e discutidos. “Eu proponho que a informação não é armazenada no interior do buraco negro, como é de se esperar, mas sim em seu limite, o horizonte de eventos”, disse o cientista.
Basicamente, ao ser sugada pelo buraco negro, a informação passaria por um processo de tradução, criando um holograma da informação que sobreveviria e escaparia pelo horizonte de eventos. “Os buracos negros não são tão negros como os fizemos parecer. Eles não são as prisões eternas que já foram considerados uma vez”, explicou Hawking.
“Você tem que ter uma atitude positiva e tirar o melhor da situação na qual se encontra.” 
O cosmólogo foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica quando tinha 21 anos. Na época, a previsão dos médicos era de que Hawking teria apenas mais três anos de vida. Ele lidava com a doença se focando em atividades relacionadas com a física teórica, que não exigiam seu esforço físico. “A ciência é uma área boa para pessoas deficientes porque ela precisa principalmente da mente”, afirmou.
stephen hawking (Foto:  )
"Manter alguém vivo contra a sua vontade é uma grande indignidade."
O suicídio assistido deveria ser um direito dos pacientes de doenças terminais, de acordo com Hawking. O cientista afirmou, durante um programa da BBC, em junho de 2015, que consideraria dar um fim à própria vida se sentisse ser um fardo para outras pessoas e não tivesse mais contribuições a fazer. No entanto, ele admitiu que ainda tinha muito a oferecer à sociedade. “Nem pensem que eu vou morrer antes de desvendar mais segredos do universo”, declarou.
“Nós somos uma espécie avançada de macacos em um planeta menor de uma estrela mediana. Mas nós conseguimos entender o Universo. E isso nos torna muito especiais.”
O objetivo de Hawking era obter a compreensão total do Universo, como os motivos de ele ser como é e a razão de ele existir. A dica do cientista para as pessoas era olhar para as estrelas e não para baixo, para os próprios pés. “Tente encontrar sentido no que você vê, e se pergunte sobre o que faz o Universo existir”, dizia. “Seja curioso.”

Via Galileu