A montadora Lexus, um dos principais nomes do setor de carros de luxo, apresentou, na semana passada, o protótipo do hoverboard – um skate flutuante.
Se você é fã de um certo filme dos anos 1980, essa é uma notícia e tanto: em De Volta para o Futuro 2, o personagem Marty McFly (vivido pelo ator Michael J. Fox) roda pela cidade com uma máquina voadora muito parecida com a novidade japonesa.
Para criar o equipamento, a equipe envolvida no projeto trabalhou junto com “especialistas em tecnologia de supercondutores”.
Segundo a Lexus, o skate usa levitação magnética com supercondutores resfriados a nitrogênio líquido e ímãs permanentes, o que “dá ao hoverboard um movimento sem atrito que até agora muitos acreditavam ser impossível”.
Prancha usa levitação magnética e supercondutores resfriados a nitrogênio líquido
A Lexus afirma ainda que o skate flutuante apresenta algumas características da atual linha de carros da montadora – entre elas, os materiais e a grade de para-choques em “estilo Predador”.
O único lado ruim: apenas uma prancha foi fabricada e ela não será colocada à venda.
Mas para quem curte tecnologia e engenharia, o projeto não deixa de ser altamente inovador.
O protótipo será testado em Barcelona, na Espanha, nas próximas semanas, e deverá estar finalizado até outubro.
Este vídeo no YouTube dá um gostinho do que está por vir por aí.
Em 1972, o segundo dia primeiro salto, um segundo foi adicionado ao tempo do mundo, a fim de manter os relógios atômicos super-precisas em sintonia com a rotação da Terra.
Desde a adoção deste sistema em 1972, em primeiro lugar devido à escolha inicial do valor do segundo (1/86400 dia solar médio do ano de 1900) e em segundo lugar à geral desaceleração da rotação da Terra, tem sido necessário adicionar mais de 20 segundos para Tempo Universal Coordenado (UTC).
A noite de 30 de junho para 1 de julho vai ter mais um segundo, mas talvez nem dê por isso. Até os sistemas que mais podem sofrer com o ajuste tiveram tempo para se prepararem para a situação.
O primeiro semestre do ano vai ser um pouco mais longo. Mas muito pouco. Esta terça-feira, 30 de junho, vai ter mais um segundo. (Bem, para alguns países será só no dia 1 de julho, mas será ao mesmo tempo em todo o mundo.) A verdade é que um segundo já não é o que era, literalmente. Está preparado para isso? E o seu computador?
Em 1958, o segundo foi definido como 1/86.400 de um dia. “Foi baseado na rotação média do planeta Terra em 1820, usando dados de alta precisão”, disse ao Observador Rui Agostinho, diretor do Observatório Astronômico, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Masa Terra tem vindo a desacelerar a rotação (em torno de si própria), portanto um segundo baseado num dia de 1820, já não tem correspondência com um segundo baseado num dia de 2015. Os dias estão mais longos (bem, só um bocadinho….)
Para resolver este problema dos dias variáveis, redefiniu-se, em 1967, o segundo, com base na transição energética de um átomo de césio a zero graus Kelvin. Este segundo e os relógios atômicos que o medem são tão precisos que nunca sofrem alterações, ao contrário da oscilação na duração dos dias na Terra.
O nosso planeta não é um corpo rígido. As deformações que sofre podem fazê-lo aumentar ou diminuir a velocidade de rotação, fazendo com que os dias fiquem ligeiramente mais curtos ou mais longos, ainda que, de forma geral, o planeta esteja a abrandar a rotação. A principal causa do abrandamento da velocidade de rotação da Terra é a força gravítica da Lua, a mesma que cria as marés oceânicas. O Sol também tem um papel redução da velocidade, mas menor. “A Lua tem um efeito, 2,3 vezes maior do que o Sol”, disse Rui Agostinho. A força gravítica exercida pelos restantes planetas do sistema solar é ainda menor.
É a força gravítica da Lua que cria as marés oceânicas – VANDERLEI ALMEIDA/AFP/Getty Images
As oscilações na duração dos dias podem continuar imperceptíveis para nós, mas no passado a existência de horas legais locais levava a muitas confusões, basta pensarmos nos horários de um comboio que em cada estação se podia reger por uma hora diferente. Para evitar este tipo de situações e eliminar a variabilidade do segundo consoante a duração do dia, instituiu-se, em 1972, o Tempo Universal Coordenado (UTC) – uma escala de tempo derivada do Tempo Atómico Internacional (TAI) -, que passou a servir de base às horas legais de todo o o mundo, refere a página do Observatório Astronômico de Lisboa.
Ainda que o TAI não mude, a ideia é que o UTC não se afaste demasiado da escala baseada na rotação da Terra, daí que por vezes haja necessidade de se proceder a um ajuste – introduzir um “segundo intercalar”. Este ano, acontecerá dia 30 às 23h59m59s nos Açores e dia 1 de julho às 00h59m59s em Portugal continental e Madeira, pela vigésima sexta vez desde 1972. Com estes 26 segundos de atraso e os 10 segundos a menos que já tinham sido atribuídos ao UTC em relação ao TAI, já em 1972, o relógio por que nos regemos está na verdade mais de meio minuto atrasado em relação aos relógios atómicos. Mas também não está certo em relação à rotação da Terra.
O objetivo do “segundo intercalar” é que a diferença entre a hora que marcam os relógios (UTC) e a escala astronómica (baseada no Sol e na rotação da Terra) não seja superior a 0,9 segundos.
Mas fala-se a possibilidade de eliminar este “segundo intercalar”. O tema esteve em discussão em 2012, na Conferência Mundial de Radiocomunicação, e poderá voltar a ser discutido no mesmo evento que decorre de 2 a 27 de novembro de 2015, em Genebra (Suíça). A União Internacional de Telecomunicações das Nações Unidas definiu o UTC que é mantido pelo Comité Internacional de Pesos e Medidas em colaboração com o Serviço Internacional de Sistemas de Referência e Rotação da Terra.
Com uma escala de tempo contínua acabavam-se as preocupações com os sistemas computorizados ou com os sistemas de navegação modernos. Rui Agostinho referiu que o problema não está nos sistemas de localização geográfica (GPS), nem com os satélites, que usam os relógios atómicos, mas com os sistemas que recorrem à hora legal.
O GPS não depende da hora legal, mas dos relógios atómicos – ODD ANDERSEN/AFP/Getty Images
A NAV Portugal que presta serviços de tráfego aéreo de áreas sob a responsabilidade portuguesa garantiu ao Observador que este segundo extra “não terá nenhuma implicação para tráfego aéreo e segurança”. Os sistemas atualizam automaticamente, atualizam ao mesmo tempo em todas as regiões do globo e em todo o mundo se utilizam os mesmos sistemas, justificam. A companhia aérea portuguesa TAP também confirmou ao Observador que nunca tiveram problemas com a introdução destes segundos adicionais antes e não esperam que venha a acontecer.
E em relação aos mercados e bolsa, que cada segundo conta? João Queiroz, diretor de Negociação do Banco Carregosa, disse ao Observador que este segundo a mais “não tem importância em termos de risco ou de desempenho”. “As máquinas estão sempre a sincronizar com o servidor e para certos eventos como este já está tudo programado.” O diretor refere que caso as máquinas estivessem a processar cálculos estatísticos poderia ter algum impacto, mas a hora escolhida prevê que haja menos atividade humana – “entre o fecho da Bolsa de Nova Iorque e a abertura das bolsas asiáticas”, refere João Queiroz.”Faz-se o mesmo com as atualizações dos antivírus”, referiu o diretor como exemplo.
A Bloomberg Business, pelo contrário, mostrou que os mercados têm razão para estar preocupados. Cerca de 10% das grandes redes de computadores vão ter problemas com o segundo intercalar, disse Geoff Chester, porta-voz do Observatório Naval norte-americano, citado pela Bloomberg. Chester lembrou que um minuto de 60 segundos passará a ter 61. Para ultrapassar este problema, os relógios podem parar, voltar um segundo atrás ou “diluir” o segundo a mais em várias frações noutros segundos desse dia. Adicionalmente, as bolsas podem encerrar mais cedo ou, noutros casos, as transações podem começar mais tarde.
“O problema mais grave está na medição de algo para tomada de decisão”, disse ao Observador Ricardo Lopes Pereira, professor auxiliar do Departamento de Engenharia do Instituto Superior Técnico. Sempre que há uma medição a ser feita a cada segundo, ou até em unidades de tempo mais pequenas, ter dois segundos 59 (por exemplo) pode ter impactos numa análise contínua, numa série temporal, mas especialmente numa tomada de decisão. Ricardo Pereira dá exemplos:pode desligar-se um sistema de fornecimento de energia ou pode abrir-se uma barragem, porque o sistema interpreta a informação de forma errada. Ou até se podem vender ou comprar ações baseadas numa informação desfasada da realidade – virtualmente as transações eletrónicas em bolsa não param de acontecer.
Tanto a NAV Portugal como João Queiroz, do Banco Carregosa, lembraram que isto não é como a passagem para o ano 2000, as máquinas e os sistemas estão melhor preparados. Ainda assim, Rui Agostinho lembrou que os Açores vão ter de acrescentar um segundo na passagem de um dia para o outro (o último minuto do dia 30 terá 61 segundos) e admite que alguns aparelhos podem ter dificuldade em ajustar a data. Mas para um computador, que conta os dias em segundos, pouco importam os dias, tranquiliza Ricardo Pereira.
Os computadores pessoais à partida não terão problemas, isto se tiver feito as devidas atualizações do sistema operativo. Quanto ao seu telemóvel, deverão ser as operadoras a fazer o acerto. Mas não se preocupe, mais segundo, menos segundo não fará grande diferença. Mas se ficou baralhado com este segundo a mais e já não a certeza de qual é a hora certa, o OAL enquanto entidade responsável pela manutenção da hora legal em Portugal mantém-no sempre atualizado aqui.
DESDE A PRIMEIRA MÁQUINA A VAPOR ATÉ O FAMOSO "PERIGO! PERIGO! PERIGO" DE PERDIDOS NO ESPAÇO, NÓS APRENDEMOS A DEPENDER DAS MÁQUINAS.
A Chevrolet já anunciou que a tendência de termos carros autômatos é irreversível. Nossa privacidade já foi para cucuia há muito tempo, somos televisionados o tempo todo sem nosso consentimento e quando queremos um aplicativo ou entrar numa rede social, o contrato (que nunca lemos) coloca explicitamente que podem invadir nossas vidas e já nos tornamos parte apenas de uma estatística. Mas, o pior ainda está por acontecer. A Inteligência Artificial é um fato e robôs que aprendem com seus erros e evoluem são coisas até "arcaicas", o próximo passo natural é eles se defenderem através de programas que nós mesmo estabelecemos para eles. Como deuses, nós demos o "livre-arbítrio" para eles.
Os problemas já permeiam nossa vida, não só no aspecto social, onde ficamos mais distantes uns dos outros embora estejamos conectados, vemos um mundo que foi estabelecido estatisticamente que é o mais adequado para nós. Programas altamente sofisticados que não apenas obedecem uma programação mas se adequam a novos paradigmas. Se usarmos a premissa básica de Charles Darwin, não seremos os seres mais adequados a sobreviver, as máquinas estão já há algum tempo no poder e não enxergamos isso. Nos anos 90 quando apareceram os primeiros celulares tivemos que modificar todo nosso sistema de vida, inclusive nos filmes (de suspense) que passamos a achar ridículo o mocinho ficar sem sinal, até a frase ou pergunta que nos fazíamos assim que atendíamos o celular: "onde você está?"
Hoje não precisamos nem perguntar pois se nosso facebook estiver habilitado podemos ser rastreados por GPS 24h por dia. Isso parece um salto do progresso para nós, porém quando as máquinas assumirem o poder, e já assumiram em parte e vão continuar assumindo, elas vão nos encontrar e se formos uma ameaça pára elas, como a programamos para aprender, não é só possível mas é muito provável que elas se defendam e não apenas isso, a sua defesa pode ser, de forma fria e calculistas o ataque ao seu criador. Em Deuteronômio 28:24 diz que o monstro será nossa cabeça e nós seremos sua cauda. Deus fez o homem sua imagem e semelhança e ainda nos deu livre-arbítrio, será que não é hora de pararmos de brincar de Deus? Boa Sorte Humanos! APROVEITE E VEJA O TRAILER DE UM FILME QUE INICIOU SUA SAGA EM 1984 (ANO IGUAL AO DO LIVRO DE MESMO NOME QUE FOI ESCRITO HÁ QUASE 100 ANOS SOBRE O "GRANDE IRMÃO"
Um avião movido a energia solar já passou o "ponto de não retorno" em sua segunda tentativa em fazer um vôo de recorde em todo o Oceano Pacífico.
Solar Impulse decolou de Nagoya de Japão Airfield em 18:03 GMT no domingo.
A viagem para o Havaí está prevista para cerca de 120 horas.
A equipe passou quase dois meses à espera de tempo claro para atravessar o Pacífico, e uma frente fria obrigou o avião a fazer um pouso não programado no Japão no início deste mês.
"Andre Borschberg passou o ponto de não retorno e agora deve ter este 5 dias 5 noites de voo até o fim", disse o Solar Impulse em seu site.
O piloto agora não tem mais a opção de virar-se e voltar ao Japão, se houver alterações da previsão de tempo.
Semanas de atraso
A primeira tentativa de voar sobre o oceano foi interrompida depois de uma mudança na previsão forçou um pouso não programado.
E mais uma tentativa de tirar última terça-feira foi cancelada no último momento por causa de preocupações sobre as condições.
Se o piloto tiver êxito, ele será o vôo solo de mais longa duração na história da aviação, bem como a maior distância voada por um ofício que é alimentado apenas pelo Sol.
A travessia do Pacífico é a oitava perna da viagem do Solar Impulse ao redor do mundo.
Mas nesta fase, tem provado ser o mais difícil, e foi atingido por semanas de atrasos.
The plane had to make an unscheduled landing in Japan after its first attempt to cross the ocean
Piloto suíço e Solar Impulse co-fundador Andre Borschberg, que está voando a embarcação experimental monolugares, foi inicialmente imaginada para começar a sua viagem para o Havaí a partir de Nanjing na China.
Mas ele passou semanas lá, com sua equipe de suporte em terra, esperando as condições para apresentar-se voando.
Ele finalmente decolou em 31 de maio, mas uma deterioração na previsão de algumas horas para a missão significava que ele tivera que desviar para o Japão.
A estação chuvosa em Nagoya significou outra longa espera lá - mas depois da tentativa de partida na semana passada, os meteorologistas estão agora confiantes de terem encontrado uma janela de tempo para perfazer os cinco dias e cinco noites para o Havaí.
Um porta-voz disse que o avião estaria dirigindo em linha reta para fora através do Pacífico.
LEG 1: 9 March. Abu Dhabi (UAE) to Muscat (Oman) - 441km; in 13 hours and 1 minute
LEG 2: 10 March. Muscat (Oman) to Ahmedabad (India) - 1,468km; in 15 hours and 20 minutes
LEG 3: 18 March. Ahmedabad (India) to Varanasi (India) - 1,215km; in 13 hours and 15 minutes
LEG 4: 19 March. Varanasi (India) to Mandalay (Myanmar) - 1,398km; in 13 hours and 29 minutes
LEG 5: 29 March. Mandalay (Myanmar) to Chongqing (China) - 1,459km; in 20 hours and 29 minutes
LEG 6: 21 April. Chongqing (China) to Nanjing China - 1,241km; in 17 hours and 22 minutes
LEG 7: 31 May. Nanjing (China) to Kalaeloa, Hawaii (USA) - 8,200km; journey aborted, plane diverted to Nagoya, Japan
A embarcação experimental - que tem 17 mil células solares - é alimentado apenas pelo Sol.
Uma vez sobre o oceano, se não consegue absorver os raios suficientes para carregar totalmente as baterias para poder voar durante a noite e neste caso o piloto seria obrigado a pedir socorro.
Sr. Borschberg foi treinado para essa eventualidade.
Ele tem um bote e suprimentos suficientes para vários dias enquanto espera para a equipe de resgate num navio para ir buscá-lo.
Mas, é claro, a equipe espera que nada disso seja necessário.
Ao Sr. Borschberg exige a vontade de passar a duração do voo amarrado em seu assento em um cockpit que é aproximadamente o mesmo tamanho como uma cabine telefônica.
Ele só tem a permissão de tirar cochilos de 20 minutos, e usa o yoga e meditação para tornar sua viagem mais confortável.
Se este voo for bem-sucedido, o aeroplano vai continuar a sua viagem ao redor do mundo, com Bertrand Piccard nos controles para a próxima travessia do Pacífico do Havaí para o continente norte-americano.
O avião irá continuar em toda a América do Norte, antes de tentar voar sobre o Atlântico.
No entanto, a acumulação de atrasos podem ter impacto sobre as fases posteriores. Idealmente, o avião precisa atravessar o Atlântico antes de agosto, quando a temporada de furacões atinge o seu pico.
26 projetos de investigação em quatro áreas consideradas prioritárias vão ser financiados por um programa europeu de saúde pública. Em jogo estão 12 milhões de euros.
Um programa europeu de saúde pública vai financiar em 12 milhões de euros vários projetos de investigação portugueses nas áreas da nutrição, saúde mental, doenças transmissíveis e sistemas de informação, anunciou o Ministério da Saúde. Trata-se de 26 projetos de investigação em quatro áreas consideradas prioritárias, cujos contratos de concessão já foram assinados, a serem apresentados na segunda-feira.
O “Programa Iniciativas de Saúde Pública — EEA Grants PT 06″ é um mecanismo financeiro do Espaço Económico Europeu 2009/2014 que tem como doadores a Noruega, a Islândia e o Liechtenstein, e financia projetos e iniciativas em 16 Estados Membros da União Europeia. O objetivo deste programa é reduzir as desigualdades no acesso à saúde por parte dos cidadãos e reforçar as relações bilaterais entre as instituições dos vários países.
No âmbito da nutrição, vão ser apoiados dois projetos dirigidos a crianças, três dirigidos a idosos e dois dirigidos a grupos vulneráveis, com um financiamento total de mais de 2,6 milhões de euros. Em suma, estes projetos visam, variando o grupo alvo, conhecer o seu estado nutricional, a prevalência dos problemas nutricionais, a promoção de uma alimentação saudável e barata e a capacitação dos profissionais de saúde para promover a saúde alimentar junto dos seus utentes.
Na área da saúde mental, os projetos visam desenvolver um modelo de gestão e financiamento dos prestadores de saúde para avaliar o desempenho do sistema nessa área, melhorar a saúde mental em situações de crise econômica, um projeto-piloto para melhorar o tratamento de depressão e prevenção do suicídio, promover a saúde mental em crianças do pré-escolar, uma nova ferramenta para rastreio da depressão perinatal, melhorar o acesso aos cuidados de saúde mental por parte de filhos de pais com doença mental, capacitar os técnicos dos centros de saúde para tratar a depressão, e criar uma linha de cuidados em saúde mental junto da população juvenil, num total superior a 2,73 milhões de euros investidos.
No âmbito das doenças transmissíveis, propõe-se uma estratégia de triagem para diagnostico e tratamento da tuberculose, um inquérito serológico para conhecer a imunidade da população a doenças evitáveis por vacinação integrada no plano nacional de vacinação, reduzir e prevenir infeções associadas aos tratamentos, promover o diagnóstico precoce de doenças sexualmente transmissíveis através de "rastreios" realizados por ONG, estudar a prevalência de anticorpos contra hepatite E e riscos de infeção, e levantamento da infeção por estreptococos do grupo B para melhorar a saúde pública, tudo com um financiamento de mais de 1,6 milhões.
Na área dos sistemas de informação, pretende-se lançar um inquérito alimentar nacional e de atividade física, estudos piloto para melhorar os hábitos alimentares e o exercício físico através de aplicações tecnológicas, e um sistema de vigilância do estado nutricional dos idosos em lares, financiados por mais de 1,85 milhões de euros.
Já em desenvolvimento está um “projeto pré-definido”, que consiste num inquérito nacional de saúde que conjuga informação colhida por entrevista sobre o estado de saúde da população com uma componente objetiva de exame físico (medições e análises clínicas), com vista a estimar com rigor a prevalência de doenças e determinantes de saúde, tendo um custo financiado superior a 1,35 milhões de euros.
O SpaceX Falcon-9 não tripulado explodiu após ser lançado da base de Cabo Canaveral, na Flórida, neste domingo.
O foguete levava suprimentos que seriam entregues à Estação Espacial Internacional.
Foi a terceira tentativa da SpaceX de fazer o lançamento - outras experiências frustradas foram em janeiro e abril.
EM 23 agosto 2014
Foguete da SpaceX explode segundos após lançamento
O Falcon 9, da SpaceX, explodiu segundos após ter sido lançado de uma base no Texas
Um cinegrafista amador capturou nos Estados Unidos imagens da explosão de um foguete Falcon 9 da empresa SpaceX.
O foguete explodiu segundos do lançamento na base da firma em McGregor, no estado americano do Texas, na sexta-feira.
Os sistemas de autodestruição da aeronave não-tripulada foram acionados por uma falha ainda não esclarecida.
Em nota oficial, a empresa SpaceX disse que não houve feridos nem quase feridos e que um representante da agência americana de controle aéreo (FAA) esteve presente durante o teste